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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Educação humanista inovadora: A Internet na nossa vida

 Mais uma vez o Professor Moran faz uma reflexão sobre a internet e o seu uso consciente, dê uma conferida lendo o texto no link abaixo:

Educação humanista inovadora: A Internet na nossa vida

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Teoria passada a limpo | Formação | Nova Escola

Série especial sobre as teorias da aprendizagem elaboradas por Jean Piaget, Lev Vygotsky, Henri Wallon e David Ausubel, clique no link abaixo para relembrar as principais concepções de aprendizagem:

Teoria passada a limpo | Formação | Nova Escola

domingo, 29 de maio de 2011

Teste vocacional online

Para quem quer ou precisa descobrir a sua verdadeira vocação profissional, a dica é fazer este teste online gratuito. Ele é aplicado em diversas empresas de recrutamento e tem uma metodologia simples e eficaz. Leia a matéria na integra e assista o vídeo no site: Olhar Digital

Link do site: Teste Vocacional

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Gadgets

O que é um Gadget? "Gadget (em inglês: geringonça, dispositivo) é um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, leitores de mp3, entre outros. Em outras palavras, é uma "geringonça" eletrônica.
Na Internet ou mesmo dentro de algum sistema computacional (sistema operacional, navegador web ou desktop), chama-se também de gadget algum pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior. No site iGoogle, por exemplo, é possível que seja adicionado alguns dos muitos gadgets disponíveis". Texto literal da Wikpédia. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gadget. Acesso em 14/04/2011.

Para configurarmos sites e blogs os gadgets têm se mostrado essenciais. Além de permitir a inserção de códigos html, úteis para enquetes, voki e outros, há também sites que disponibilizam Gadgets divertidos e interessantes. Um destes sites é o aBowman, onde podemos encontrar gadgets para inserirmos no blog, alguns deles divertidíssimos, pois permite interação com o usuário, por exemplo: alimentar peixes e hamster, brincar com um cachorro etc.) Vale a pena visitar o site e escolher um para o seu blog.

Para melhor configurar um gadget em seu blogger, fiz um pequeno tutorial para os principiantes. Link: Gadgets

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Revista TV ESCOLA

A revista TV ESCOLA, além de divulgar os cronogramas dos vídeos exibidos pela rede, publica vários artigos sobre tecnologias, esclarecendo, tirando dúvidas e incentivando o uso nas salas de aulas. As duas últimas edições trouxeram dois artigos que devem ser lidos e divulgados nas escolas. Fica aí o link para download das revistas: Link 1 e Link 2 .

Quem quiser dar uma olhada veja abaixo o conteúdo da 2ª edição sobre tecnologias na educação:




Para quem quer visitar o site, clique no link: TV ESCOLA .

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FERRAMENTAS DE AUTORIA

Hoje na rede mundial, a internet, já é possível utilizar várias ferramentas gratuitas que podem ser úteis para professores em  atividades para sala de aula e extra-classe. Abaixo, segue algumas que selecionei por achar mais interessante:


Ferramenta 1: Google Sites
Endereço na Web: http://sites.google.com

Porque da escolha

O Google sites é uma maneira fácil e rápida de criar uma página web, não precisa nenhum conhecimento de HTML e traz vários modelos para personalizar a página e o mais importante é gratuito. O cadastro no Google sites permite criar mais de uma página web.

Como utilizaria esta ferramenta em um contexto educacional


O google sites permite ao professor utilizá-lo de diversas formas. Como  primeiro exemplo em uma classe de ensino médio, pode sugerir aos alunos que se cadastrem e que utilizem o site para criar um portfólio. É uma grande oportunidade para incentivar os alunos a começarem escrever seus textos on-line.
Um segundo exemplo seria, o professor criar um site onde faria divulgação de sua disciplina, criaria uma página para disponibilizar atividades extra-classe. Divulgaria notas, utilizando planilha do google docs. Disponibilizaria links para pesquisa e aprofundamento do conteúdo e, pode criar exercícios no google docs para serem divulgados pelo site e enviados. Um exemplo pedagógico que utiliza a ferramenta google sites, é a do professor ANTÓNIO ALVES (FUNCIONAMENTO DA LÍNGUA PORTUGUESA), onde utiliza o site para disponibilizar exercícios para aprofundamento da gramática.

Ferramenta 2: Edmodo
Endereço na Web: http://www.edmodo.com/

Porque da escolha

O Edmodo é um software livre que permite o professor criar aulas virtuais para suas turmas, convidando os alunos para participarem de um grupo onde poderão realizar as atividades propostas pelo professor, permite interações através de mensagens, criar tarefas, enquetes, inserir arquivos de modo fácil e didático. Permite a divulgação das atividades em um calendário, divulgação das notas e uma biblioteca virtual (onde o professor pode inserir arquivos e links para auxiliar as tarefas).

Como utilizaria esta ferramenta em um contexto educacional


Criaria grupos de estudos para os alunos, incentivando-os a estudar sobre o conteúdo da disciplina. Como a plataforma permite criar enquetes, desenvolver tarefas, disponibilizar arquivos, fica fácil desenvolver um plano de aula onde o professor pode ir além dos 50 minutos de seu tempo em sala. Muito interessante é o meio de comunicação por mensagens utilizando e-mail, mensagem de texto ou twitter, assim o professor pode enviar alertas aos alunos, sobre prazos, notas disponíveis, novas atividades, entre outros.
O professor tem a opção de se cadastrar e especificar o nome da escola em que trabalha, assim pode também comunicar-se com os colegas da mesma instituição, criarem grupos juntos e socializarem um plano de aula, conteúdos da biblioteca etc.
Enfim, é um ótimo recurso para organização de trabalhos em grupos.

Ferramenta 3: Edublogs
Endereço na Web: http://edublogs.org/


Porque da escolha

O edublogs é uma rede de blogs educacionais. Você faz um cadastro gratuito e tem permissão de criar um blog com objetivo educacional, na rede você é estimulado a trabalhar com alunos de forma interativa, o blog tem uma aparência de uma página de web e permite criar páginas independentes.

Como utilizaria esta ferramenta em um contexto educacional


A rede edublogs é uma rede criada nos EUA, mas com o objetivo de atender apenas professores e alunos que têm interesse em utilizar o blog de forma educacional. Criado desde de 2005 já conta com participação de professores e estudantes de vários países, inclusive do Brasil.
Esta rede é interessante para o professor, pois permite que os estudantes criem seus blogs onde o professor pode administrar junto com o aluno. Isto é importante, pois o controle do professor sobre as publicações dos alunos é maior, tornando assim o blog uma ferramenta de interação, mas de uso exclusivo para a educação.
Como aqui no Brasil, o professor costuma ter mais de uma turma, eu sugiro que o professor utilize o edublog para criar blogs para as turmas, e não individual (para cada aluno).
Disponível nas páginas do site, algumas maneiras de utilizar o blog pedagogicamente:
1.    Compartilhar materiais, notícias, downloads, links e muito mais
Qualquer coisa que você postar em seu blog será imediatamente acessível por seus alunos da escola e de casa. Além do mais, você pode gerenciar facilmente quem consegue acessá-los através de senhas e das medidas de privacidade.
2.    Facilitar a discussão e colaboração online
Os alunos podem simplesmente responder a posts e discutir temas através de comentários ou usar fóruns.
3.    Criar blog da turma em que os alunos podem facilmente publicar e você pode editar facilmente
O edublog permite criar blogs com designs personalizados de forma a despertar o interesse da turma na publicação colaborativa do blog.
4.    Divulgando notícias no boletim de noticias, o blog educacional permite aos pais ficarem em contato, sabendo o que está acontecendo em sala de aula.
5.    O blog é um lugar fácil para integrar outras ferramentas virtuais, como  vídeos, podcasts e outros meios de comunicação.
6.    O professor pode utilizar o edublog para criar blogs para grupos específicos na escola, como clube de matemática, eventos esportivos entre outros.
7.    O professor pode utilizar o blog como meio de pesquisa, utilizando os comentários, fóruns e até mesmo formulários.

Estas são algumas da possibilidades citadas no site do edublogs, mas como a rede é muito grande, fóruns de discussão são um ótimo caminho para trocar experiências e observar como outros professores, de diversos países têm utilizado blogs como ferramenta de interação e criatividade com alunos.

sábado, 3 de julho de 2010

Desafio aos professores: aliar tecnologia e educação

O coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco Guilherme Canela Godoi em entrevista a Revista Veja, destaca a importancia da tecnologia e os desafios dessa incorporação na área educacional. Clique no link:

Desafio aos professores: aliar tecnologia e educação

Educação digital e tecnologias da informação e da comunicação

Este livro da série Salto para o futuro abre um debate com professores e diversos especialistas sobre o uso
pedagógico das tecnologias de informação e comunicação nas escolas, tendo em vista que, cada vez mais, as tecnologias integram a vida de alunos e professores, possibilitando diferentes formas de aprender e ensinar. Vale a pena a sua leitura.
Para baixar basta clicar no link: Educação digital e tecnologias da informação e da comunicação

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Pesquisa na internet

10 conselhos para evitar o “copiar e colar” : Apresentação de slides disponibilizada no blog Informática Educacional e Meio Ambiente da professora Miriam Salles (que fez a tradução da apresentação para o português).

Conselhos para Uso Internet em Trabalhos - Presentation Transcript

10 conselhos práticos para: Conseguir que os alunos não “copiem literalmente” a informação da Internet para fazer seus trabalhos Traduzido por Miriam Salles
  1. Conselho nº1 Valorize a opinião pessoal, as reflexões, ideias e comentários dos alunos.

        • Utilize termos como: “explique com suas próprias palavras”, “mostre sua opinião sobre”, “dê exemplos”, etc.
        • Crie um blog para a classe como espaço para compartilhar e trocar ideias, reflexões, comentários e dúvidas dos alunos sobre um determinado tema. Como fazê-lo?
        • Crie um wiki para que toda a classe construa o conteúdo sobre um tema. Todos contribuem e avaliam o trabalho de todos. O que é um Wiki? Como criar um wiki?
  2. Conselho nº2 Contextualize o trabalho. Um trabalho específico e concreto daquilo que se está estudando será mais difícil de “copiar” na Internet. Por exemplo: “Definição e descrição das árvores ao redor da escola”.
  3. Conselho nº3 Incentive a investigação nos trabalhos. Que sejam os próprios alunos os que, depois da observação do meio, façam as perguntas para especialistas, a consulta em diferentes fontes…, os que conseguem a informação e o conteúdo do trabalho.
  4. Conselho nº4 Peça que complementem o texto com outras ações de compreensão Tais como, resumos, mapas conceituais, entrevistas realizadas com outras pessoas sobre o tema, ilustrações, vídeos, fotos, etc.
  5. Conselho nº5 Mude o enunciado do trabalho por um caso ou problema a ser resolvido Não é o mesmo que pedir para o aluno buscar informação sobre um assunto e apresentá-la em um trabalho, é ter que partir de um estudo de caso e buscar soluções para um determinado problema. Neste caso, entram em jogo a compreensão, assimilação e transferência da informação procurada.
  6. Conselho nº6 Utilize a técnica “caça ao tesouro” É uma boa opção para que os alunos, além de buscar informação, a analisem e compreendam. É uma metodologia que pode ser utilizada tanto no Ensino Fundamental I como no Ensino Médio e é válida para qualquer tema. Quer saber mais sobre essa técnica?
  7. Conselho nº7 Citar as fontes utilizadas Você tem certeza de que seus alunos sabem realmente como citar a autoria dos textos que copiam? Muitos deles, não sabem como devem escrever a bibliografia ou citar um autor dentro do texto e simplesmente copiam os vários textos encontrados na Internet. É fundamental ensinar-lhes como fazê-lo, de forma clara e simples, e pedir essa aplicação nos trabalhos.
  8. Conselho nº8 Utilize as WebQuests e as MiniQuests

    • São baseadas na aprendizagem construtivista do aluno e estão dirigidas para a investigação. Dependendo do tempo disponível pode-se usar uma ou outra.
    • Quer conhecer como aplicar uma WebQuest em aula?
  9. Conselho nº9 Complemente o trabalho com outros que envolvam a leitura e compreensão do tema Por exemplo, através de apresentações em sala de aula, criação de painéis, fóruns de discussão (presenciais ou através da Internet), etc.
  10. Conselho nº10 Leve em conta “o bom uso da Internet” nos critérios de avaliação Valorize a redação própria, a seleção da informação, a apresentação dos dados mais relevantes sobre o tema, o formato e design do trabalho, etc.
  11. Obrigado por sua atenção. Tel.: 91 212 76 20 Tel.: 91 212 76 25 Fax: 91 212 76 35 Edificio Bronce Plaza Manuel Gómez Moreno s/n 28020 Madrid. España

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ferramenta Virtual para apresentações

Prezi

Veja abaixo o que esta ferramenta é capaz de fazer! Podemos utilizá-la para diversas apresentações e publicá-la na internet, ou mesmo disponibilizar em um blog, como este!





Eis um segundo exemplo, incluindo um vídeo do Youtube!


sexta-feira, 30 de abril de 2010

Tecnologia e educação 2

O que a escola faz com a tecnologia? E o que a tecnologia faz com a escola?
por: Alberto Tornaghi*

Quando nós, educadores, nos deparamos com perguntas como essas, a primeira resposta é que a tecnologia nada faz, quem faz algo na escola são os educadores, os alunos,os gestores, enfim, a gente que lá está. A tecnologia seria uma espécie de ferramenta que nos permitiria dar aulas com maior eficiência. Quero convidá-los, então, a refletir sobre o que fazem as tecnologias digitais na escola.
vejamos a internet como fonte de pesquisa e de informações. É recorrente a reclamação de alunos que apenas copiam e colam informações da internet e apresentam os textos como trabalhos seus. Não há dúvida de que isso acontece, mas não é diferente do que ocorria, com frequência, nos tempos das enciclopédias em papel. Em que o sentido a internet nos permite ir além disso? No exercício da autoria. Há diversos modos pelos quais a internet pode contribuir para que a pesquisa escolar se transforme em processo de criação real e de autoria. Um deles pode ser radicalizando a experiência de copiar e colar: pode-se sugerir aos alunos que criem um texto que seja, de fato, uma colagem de trechos de outros textos, mas que inclua mais de uma fonte (ao menos três ou quatro). Ao copiar, os alunos devem citar as fontes. Para reunir fragmentos de muitas fontes, produzindo um texto que tenha sentido, precisarão fazer leitura crítica dos originais. Se puserem breves comentários de forma a simplificar ou ampliar alguma explicação – informando por que escolheram aqueles trechos – estarão experimentando um pouco do que é a vida do cientista.
Pode-se ir além. Se a produção dos alunos tiver como foco ensinar aos colegas os temas que estudaram, o trabalho poderá ser publicado tanto na rede local da escola como na própria internet em algum blog. Desta forma, a produção dos alunos deixa de ter como destino o fundo da gaveta do professor e passa a ter função social. Observe, então, que, neste caso, a internet funciona não só como fonte de pesquisa, mas, também, como espaço de publicação.
A Wikipédia (http://pt.wikipedia.org) é um enciclopédia na internet criada exatamente com esse espírito. Nela qualquer internauta pode inserir verbetes novos ou corrigir e ampliar os que lá estão, qualquer um pode modificar e atualizar informações. Entretanto, muita gente pode se perguntar: uma enciclopédia em que qualquer um pode escrever não pode ser tão confiável como uma que tenha sido produzida por especialistas nas diversas áreas, não é mesmo? Não é bem assim: a Wikipédia é um projeto comunitário, um enciclopédia livre. Há dezenas, talvez centenas de milhares de pessoas produzindo textos e tomando conta para que não seja um mar de asneiras. Sempre que alguma modificação é feita, algumas pessoas são informadas e verificam se o que foi inserido é correto, se não é ofensivo etc. Ainda assim, encontram-se muitos equívocos, mas, surpreendentemente. Não muito mais do que nas melhores enciclopédias disponíveis nas livrarias. Além disso, exatamente pela possibilidade de haver erros, a leitura dos verbetes implica ter um senso crítico ainda mais apurado. A internet é, atualmente, um espaço em que, além de pesquisar, pode-se escrever, publicar, trocar, produzir em colaboração: isso e o que está sendo chamado de web2.0, a internet como espaço de produção e colaboração. Vai aqui uma sugestão, de professor para professor, a partir da dinâmica da enciclopédia livre: pesquisar na Wikipédia verbetes que possam ser ampliados ou corrigidos pelos alunos. Imagine de que forma mexerá com a auto-estima de sues alunos ao se perceberem autores de uma enciclopédia de alcance mundial! A auto-estima e a responsabilidade.
Mas não é só a internet que traz novas possibilidades para o fazer pedagógico possibilidades para o fazer pedagógico. A tecnologia digital traz consigo a possibilidade de produção em outros meios e linguagens. Hoje, é possível a produção de vídeos e animações utilizando os programas já instalados nos computadores. O que custava muito caro e exigia aprendizado par usar equipamentos sofisticados, hoje pode ser realizado com programas que os alunos aprendem sozinhos. Aí está mais uma contribuição importante que as tecnologias digitais trazem à escola. Computadores são objetos interativos com os quais se pode experimentar sem medo de errar. Eles contribuem para trazer de volta ao ambiente escolar a instigante curiosidade de jovens e crianças.
Então, o que a escola deve fazer com a tecnologia? Deixar que seja um espaço de produção, de exploração, de experimentação e de colaboração para seus alunos. Tomara que possamos ser capazes de aprender com nossos alunos a explorar livre e divertidamente as interfaces que nos trazem as tecnologias digitais para, junto com eles, crescermos como produtores de um novo conhecimento, o que possibilita fazer da escola um lugar de produção intelectual alegre e convidativo.
* Doutor em informática e Sociedade pela Coppe/Sistemas 0 UFRJ. Pesquisador do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá.
publicado na Revista TVEscola - março/abril 2010

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